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sábado, 24 de julho de 2021

Este Mundo Tenebroso - 1º volume

 Este Mundo Tenebroso

Frank E. Peretti

Título original: This Present Darkness

Editora Vida

2ª Impressão: Julho/1990

Digitalizado, revisado e formatado por SusanaCap


Porque a nossa luta não é contra o

sangue e a carne, e, sim, contra os

principados e potestades, contra os

dominadores deste mundo tenebroso,

contra as forças espirituais do mal, nas

regiões celestes.

Efésios 6:12

***

1

Quando os dois vultos trajando roupas de trabalho surgiram na Rodovia 27, na periferia de Ashton, uma cidadezinha cuja vida revolvia em torno da sua faculdade, a noite enluarada de domingo ia chegando ao fim. Eram altos, no mínimo acima de dois metros, de compleição robusta, perfeitamente proporcionados. Um tinha cabelos escuros e possuía traços marcantes, o outro era loiro e poderoso. A pouco menos de um quilômetro de distância, olharam rumo à cidade, considerando a cacofonia de sons festivos vindos das lojas, das ruas e dos becos que ela abrigava. Puseram-se a caminhar.

Era a época do Festival de Verão de Ashton, o exercício anual em frivolidade e caos da cidade, a sua forma de dizer obrigada, volte outra vez, boa sorte, foi bom tê-los aqui, aos cerca de oitocentos alunos da Faculdade Whitmore que estariam entrando nas tão esperadas férias de verão. A maioria faria as malas e iria para casa, mas todos definitivamente ficariam pelo menos o tempo necessário para aproveitar as festividades, a discoteca, o parque de diversões, os filmes baratos, e tudo o mais que desse para desfrutar, às claras ou às escuras, só por farra. Eram horas de loucuras, uma oportunidade de se embebedar, engravidar, apanhar, cair no conto do vigário e passar mal do estômago, tudo na mesma noite.

No centro da cidade, um proprietário com senso comunitário havia aberto um lote vazio e permitido que um grupo ambulante de migrantes empreendedores montassem seu parque com atrações, barracas e toaletes portáteis. A aparelhagem parecia melhor no escuro, uma escapadela em ferrugem fene ricamente iluminada, movida a motores de trator de escapamento aberto que competiam com a oscilante música do parque guinchando ruidosamente de algum lugar no meio daquela barafunda. Mas nessa cálida noite de verão, a multidão que por ali perambulava comendo algodão doce estava a fim de se divertir, divertir, divertir. Uma roda-gigante girava lentamente, hesitava a fim de receber passageiros, girava um pouco mais para o desembarque, depois dava algumas voltas completas a fim de fazer valer o preço do bilhete; um carrossel revolvia em um círculo espalhafatoso de luzes brilhantes, os cavalinhos descascados e caindo aos pedaços ainda saracoteavam ao som pré-gravado de órgão a vapor; os frequentadores do parque atiravam bolas a cestas, moedas a cinzeiros, dardos a bolões de gás, e dinheiro fora ao longo da instável passagem montada às pressas, onde os vendilhões repetiam a mesma arenga, tentando convencer os transeuntes a tentarem a sorte.

Os dois visitantes, altos e silenciosos em meio a tudo aquilo, perguntavam-se como uma cidade de doze mil pessoas — incluindo os alunos da faculdade — podia produzir tão grande e pululante multidão. A população, geralmente calma, havia comparecido em massa, incrementada por gente de outras paragens à procura de diversão, até que as ruas, bares, lojas, becos e estacionamentos ficassem lotados nessa ocasião em que tudo era permitido e o ilegal era ignorado. A polícia tinha as mãos cheias, mas cada prostituta, baderneiro, vândalo, bêbado algemados significava apenas que mais de uma dúzia ainda estava solta e perambulando pelas ruas. O festival, chegando ao auge na noite final, era como uma furiosa tempestade que não podia ser detida; podia-se apenas esperar que ela amainasse, e haveria muito o que limpar depois.

Por que Jesus sofreu tanto em nosso lugar?

quinta-feira, 22 de julho de 2021

O Futuro da Humanidade, por Jimmy Swaggart


 

A Onipresença de Deus

 Certo menino queria fazer algo de ruim, mas resolveu que seria melhor fazer a sua travessura debaixo de um telhado, a fim de que Deus, olhando lá do céu, não pudesse vê-lo. Qual característica divina aquele menino não compreendia? O fato que Deus é onipresente - Deus está presente em todos os lugares, em todos os instantes. O salmista refere-se a isso em Salmos 139.7-10, que diz:

“Para onde me irei do Teu Espírito, ou para onde fugirei da Tua face? Se subir ao céu, Tu aí estás; se fizer no Seol a minha cama, eis que Tu ali estás também, se tomar as asas da alva, se habitar na extremidade do mar, até ali a Tua mão me guiará e a Tua destra me susterá.”

A onipresença de Deus não significa entretanto, que Deus tenha o mesmo tipo de relacionamento com todas as pessoas. Ele haverá de revelar a Si mesmo, abençoar e encorajar aqueles que O amam e servem; mas haverá de repreender e castigar aqueles que se opõem a Ele. Deus também está no temporal, mas não da mesma maneira em que está com dois de Seus filhos que sinceramente oraram pedindo Sua orientação (Naum 1.3; Mateus 18.20).

O conhecimento de que Deus está sempre presente, pode ajudar-nos e encorajar-nos nas tribulações, porquanto sabemos que Deus está ali para fortalecer-nos e guiar-nos. Entretanto, a Sua presença serve também para lembrar-nos de sermos muito cuidadosos quanto à maneira como vivemos, porquanto Deus vê tudo quanto fazemos de bom ou de ruim. Temos a responsabilidade de servir a Deus de maneira aceitável, em todos os lugares e em todos os momentos, porquanto Ele está ali.

Também deveríamos lembrar que não podemos usar os nossos próprios sentimentos como uma medida da presença de Deus conosco. Sem importar como nos sentimos, Deus está conosco. Suponhamos que uma menininha começasse a chorar no escuro e que sua mãe lhe garantisse que estava com ela. Talvez a menina pensasse que precisaria ver sua mãe, para saber que ela estava perto. Mas, sem importar se ela poderia ver sua mãe ou não, isso em nada alteraria o fato da presença dela. Assim também acontece conosco. Sem importar se podemos sentir ou não a presença de Deus conosco, a Bíblia ensina-nos que Deus está em toda parte. Ter conhecimento desse fato é bastante para mantermos uma atitude de louvor, para encorajar-nos o tempo todo.

Extraído de:

FUNDAMENTOS DA VERDADE

UM ESTUDO SOBRE DOUTRINA BÍBLICA

Por Floyd C. Woodworth, Jr. e David D. Duncan

LIVRO DE ESTUDO AUTODIDÁTICO

Universidade Global

Instituto de Correspondência Internacional

1211 South Glenstone Avenue

Springfield, Missouri 65804

USA

EXPLODIU! DENÚNCIA GRAVÍSSIMA! A CASA CAIU, DORIA! DESCOBERTO TODO O ESQUEMA ...

terça-feira, 20 de julho de 2021

Talvez um dia sai... (A Conquista)

 

A Conquista

 

Rogério e Marina se casaram num dia festivo. Depois de uma festa pomposa, fizeram suas núpcias parecer um paraíso. Todas as pessoas que conheciam apoiaram sua união e diziam: “Têm tudo para dar certo, esses dois!”.

Os primeiros dias de casados foram uma deliciosa convivência de duas pessoas que se amam de verdade. Eram olhares, carícias, sorrisos... Mas como não existe felicidade completa, tiveram cedo um encontro com seus próprios defeitos. A vida desses dois parecia um paraíso, mas eles não conseguiam conviver com esses defeitos. No entanto, havia uma necessidade recíproca dos consortes que não podiam ficar à distância nem por um segundo. Paradoxalmente, não se suportavam nos embates, mas tinham que ficar juntos, embora contrários no parecer.

Ela era uma pessoa geniosa e autoritária, mas que tentava se submeter aos caprichos do destino que havia colocado em seu caminho um homem igualmente autoritário e genioso. Ele ia mais além; ele fazia questão de mostrar a todos que era de gênio mau. Se alguém deixasse de falar com ele, ele também não falava mais com essa pessoa por um bom tempo. Mesmo que fosse uma pessoa amiga, mesmo que se magoasse com isso. Queria mostrar que era machão! E um machão tem que ter pulso firme! Não pode retroceder! Não pode perder pontos para ninguém! Ela pensava da mesma forma; e agia da mesma forma! Talvez tivesse tomado ele por seu professor de vida, talvez não quisesse perder pontos para ele. De qualquer forma, era um estranho modo de vida que estava se desenvolvendo. Como viver juntos em paz e harmonia, quando ambos não querem perder pontos. Alguém tem que ceder. Como poderão andar juntos se não estiverem de acordo?

Mas o tempo passou depressa. Aliás, o tempo sempre passa depressa! Ele não espera ninguém se aprontar para a viagem. Se dormir, fica para trás. É preciso estar atento a cada minuto, a cada segundo para viver a vida intensamente. Não se pode deixar escapar nenhuma oportunidade, porque aquela não voltará nunca mais! Não adianta olhar pelo espelho do tempo e sentir saudades dos meus pais, se eles já faleceram! É preciso curtir a vida deles, a companhia deles enquanto os tenho, porque não sei quando os perderei! Assim Rogério despertou para a vida quando começou a olhar para dentro de si mesmo. Ele notava os defeitos de Marina e via-se a si mesmo em tais defeitos. Às vezes, culpava-se pelas atitudes dela e tentava fazê-la mudar. Mas ela não queria dar o braço a torcer, nem mesmo quando ele falava mansamente. Interiormente, ela achava que ele usava de astúcia para dobrá-la à sua própria vontade. Então não cederia nunca! O tempo passou. Às vezes, brigavam quando se excediam. Terminavam em abraços e beijos de reconciliação.

Mas, um dia...

A Saga do Amor

segunda-feira, 19 de julho de 2021

A profecia de Jimmy Swaggart a respeito do comunismo

Jesus é vida!


 

Será que esse livro sai? (Até o momento, só saiu isso! Total em cinco postagens.)

 O Planeta Amaldiçoado

 

Além de todo e qualquer estudo ou pesquisa, existe um sistema solar que abriga um enorme planeta onde a ciência e a tecnologia se desenvolveram além da imaginação! Um mundo que só seria conhecido na terra por contos de ficção, ou na imaginação fértil de algum escritor fantástico! Vale recitar as palavras do apóstolo Paulo:

As coisas que o olho não viu e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que O amam.

Um pontinho luminoso aparece nos céus de Saturno e vai aumentando cada vez mais até que toma a forma de uma espaçonave pequena e reluzente que navega teleguiada pelas ondas de pensamento enviadas pelo capacete neurotransmissor do comandante e seu auxiliar e amigo. Parecem muito curiosos quanto à paisagem celeste como se nunca tivessem passado por ali, mas navegam como se o “terreno” já fosse um caminho batido por eles mesmos e seu povo. A origem desta remonta a mais de 20 bilhões de anos-luz da Terra e o material de que é feita é algo totalmente desconhecido em nosso mundo, assim como a tecnologia é muito mais avançada do que se pode imaginar.

- Capitão, ainda falta muito para alcançar o nosso destino?

- Não, amigo! Estamos bem perto agora! Podemos até diminuir um pouco a velocidade porque depois de Júpiter passaremos por Marte e enfim chegaremos ao planeta conhecido pelos humanos como Terra, o qual é sua morada! Ali será a festa da coroação para a qual fomos convidados!

- Que honra, capitão! Somos muito privilegiados por receber convite de tal envergadura!

- Concordo plenamente! Essa é uma festa única em que a Justiça prevalece! Ainda mais em se tratando de um mundo tão injusto e corrompido como esse!

- Como se chamava mesmo aquele mensageiro, capitão? O que levou o convite?

- Ele não quis dizer o seu nome! Disse que não era importante, mas que deveríamos sempre honrar o nome do Criador! E isso não podemos deixar de fazer!

- Ele foi embora tão rápido quanto chegou! Apenas deixou a mensagem e se foi como sempre!

- Sim, porque ele bem sabe que não deve se descuidar! As pessoas têm essa tendência de homenagear quem parece ser melhor do que eles! Sempre se deixam levar pela aparência e isso é um perigo!

- Capitão, acho que um cometa está vindo agora em nossa direção!

- Sossegue! Ele está apenas seguindo sua rota e vai colidir com o planeta Marte! Deve ter saído do Cinturão de Asteroides quando passamos por Júpiter! De qualquer forma, o único dano que nossa pequena nave poderia sofrer seria um abalo, pois o material dela é resistente a qualquer impacto!

- Marte ficando para trás, capitão!

- Ótimo! Vamos chegar uns dias antes da festa! Poderemos conhecer melhor os seres que vivem nesse mundo porque até hoje não tivemos a oportunidade de visitá-los e o que sei deles só ouvi falar pelas pesquisas cibernéticas que fizemos!

A nave continua sua navegação serenamente! Logo depois, a lua aparece e a nave se prepara para entrar na órbita terrestre. Do espaço se distingue a majestosa visão e os dois tripulantes ficam extasiados com o que aparece diante de seus olhos.

- Que visão maravilhosa, capitão! Que lindo planeta! É azul?

- Daqui vemos o azul do infinito como eles lá de baixo veem o céu azul também!

- Vamos pousar ou ficaremos em órbita?

- Vamos descer! O Senhor está nos esperando! Não teremos nenhuma dificuldade porque a Corte celeste está dominando o mundo todo! Há paz para todos!

- Mas o período pacífico já se iniciou?

- Sim e não! Ele ainda não tomou posse, mas já derrotou as forças do inimigo! Então, podemos considerar que a paz já reina sobre esse mundo conturbado! Pelo menos, por enquanto!

- Como assim, por enquanto? Ele não está sendo coroado para reinar sobre esse mundo?

- Sim, mas, de acordo com as profecias, ainda haverá um levante! Contudo creio que ninguém poderá derrotá-lO! Mas... tentarão!

- OK! Aonde desceremos?

Continua

domingo, 18 de julho de 2021

TERRA MARAVILHOSA

 


       Havia uma terra muito grande!

Nessa terra não havia cidades nem casas.

Era inteiramente coberta de matas. Nas lindas florestas dessa terra habitavam onças, jacarés, raposas e outros animais selvagens.

Essas florestas adornadas de orquídeas e cipós, passarinhos e borboletas, eram cortadas por rios, em cujas águas havia as mais variadas espécies de peixes. Em outros rios havia cachoeiras, das mais belas, do mundo.

O maior rio dessa terra era todo enfeitado de uma flor muito bonita chamada vitória-régia. Essa flor de manhã é alva, de tarde, rosada e de noite, escura. As folhas da vitória-régia são tão grandes que até bandos de jacarés se escondem debaixo delas.

Escondidas no seio dessa terra abençoada, havia riquezas minerais: ouro, prata, ferro e pedras preciosas tais como: o diamante, a esmeralda, o topázio e outras.

Nessa terra encantadora a Primavera era eterna. Havia flores por toda parte.

Ninguém, ninguém jamais viu outra região mais bela que essa.

Qualquer outro dia, contarei a vocês quem descobriu essa terra maravilhosa e qual o nome que deram a esse rico torrão.

 

Segundo Livro Sodré

LIVRO DE LEITURA PARA O

SEGUNDO GRAU PRIMÁRIO

(de acordo com o atual programa de ensino)

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COMPANHIA EDITORA NACIONAL

SÃO PAULO