O que importou nesse
texto foi a pura verdade que ele diz, por isso pessoal, aproveitem, pois não
sabemos o quanto de resto de tempo temos.
Em certa ocasião alguém perguntou a escritor:
- Quantos anos tens?
- Oito ou dez, respondeu escritor, em evidente contradição com sua barba
branca.
E logo explicou:
- Tenho, na verdade, os anos que me restam de vida, porque os já vividos não os
tenho mais, como não temos mais as moedas que já gastamos.
Crescemos em sabedoria se valorizarmos o tempo como escritor.
Dizemos espantados:
- Como passa o tempo!
Mas, na verdade, somos nós que passamos.
O escritor sabia que aqui estamos de passagem. Somos peregrinos e é bom pensar
na meta que nos espera.
A certeza de que nosso caminhar terreno tem um final, é o melhor recurso para
valorizarmos mais cada minuto.
Assim podemos aproveitar o que realmente temos: o presente.
Convém desfrutar cada dia como se fosse o último. O ontem já se foi e o amanhã ainda não chegou.
A. D.
Nenhum comentário:
Postar um comentário