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domingo, 26 de junho de 2011

Diário dos sonhos

Este será um diário que escreverei sempre que tiver um sonho como este, que é o primeiro.



Bom dia! Hoje é 26 de junho de 2011.
Esta noite sonhei de novo.
Eu estava na escola e falava com alguém sobre o verdadeiro sentido da Páscoa. Parece que essa pessoa não gostou muito e sentiu-se ofendida pela religião. Até a vice diretora parece ter se sentido ofendida e na hora de entrar para a sala de aula e entregar os ovos de páscoa para as crianças, ela não me deu os que eu deveria entregar.
Ao mesmo tempo, parecia que uma das crianças, um menino meio problemático tinha ido para outro lugar em vez de vir para a escola e ligou pedindo-me que fosse buscá-lo.
Peguei meu carro e fui, mas quando estava indo, ele vinha fugindo da polícia e eu o encontrei. Ele passou por mim fugindo da polícia e eu acenei para os policiais que ele estava sobre o telhado de uma das casas.
Então virei na próxima esquina para retornar e a rua por onde eu ia passar era cortada por uma estrada de ferro que estava se fechando porque o trem já vinha chegando.
Mesmo assim, eu quis atravessá-la depressa porque sabia que teria tempo para isso. Só que eu estava agora de bicicleta e tinha que pular uma cerca ou a porteira da linha do trem com a bicicleta. Passei a cerca, atravessei a linha que já não era uma linha, mas a casa abandonada do meu falecido irmão Joaquim. De repente, a cerca ou porteira já não era cerca, mas a janela da casa dele que eu precisava abrir rápido porque o trem estava perto.
Quando fui abrir a janela puxei o travesseiro e saíram duas cobras que caíram em cima da cama e rastejaram até o chão indo embora. Pareciam ser um casal de cobras da espécie Jaracuçu do papo amarelo. Eu joguei o travesseiro que ia levar comigo pela janela e notei que começava a chover fino e frio. Atravessei a janela, saí na chuva e fui embora.
Então despertei.

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